Em meados de janeiro, ainda nos primeiros dias do governo de Jair
Bolsonaro (sem partido), uma medida provisória prometia uma devassa em
benefícios previdenciários com suspeita de irregularidades e outras
ações que, somadas, dariam ao governo uma economia anual de R$ 9,8
bilhões.
Passado o fôlego inicial, nem todos os planos conseguiram andar —a
retomada do pente-fino nos auxílios-doença e aposentadorias por
invalidez, sob responsabilidade da Secretaria Especial de Previdência e
Trabalho, até hoje não foi feita.
No INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o ano começava com a
aposentadoria de 6.000 técnicos e analistas do serviço social e nenhuma
previsão de realização de novo concurso. Desde 2015, o número de
funcionários que deixaram a força de trabalho chega a 11 mil.
No estoque, 2 milhões de benefícios aguardavam havia mais de 45 dias
por uma resposta do órgão. Em agosto, segundo o boletim de estatístico
de setembro, 1,1 milhão de requerimentos foram apresentados e 879 mil
seguiam esperando resposta quando o mês terminou.
INSS.
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