A Secretaria do Trabalho, Habitação e
Assistência Social (Sethas), informa à imprensa que partiu dela a
iniciativa de entregar à promotoria os laudos que apontavam a
contaminação de amostras do leite.
Segundo a Secretaria, as medidas tomadas
na ocasião já contemplavam pontos recomendados hoje pelo MP. São eles:
abrir processo administrativo para apurar as irregularidades, notificar
todos os laticínios e correção de falhas, mudança no edital de licitação
para proibir o uso de isopor no acondicionamento do leite. Os três
laticínios suspensos do PLP forneciam em alguns pontos de distribuição
de Natal (Alecrim, Petrópolis, Ribeira), São José de Mipibu, Parazinho e
São Gonçalo do Amarante.
“Quero deixar claro que o programa não
foi e não será suspenso. Três fornecedores foram suspensos,
cautelarmente, e eles serão substituídos por outros. A partir do momento
em que estamos com a gestão completa do programa, vou ser dura no
cumprimento do que diz o contrato”, diz a secretária Julianne Faria em
nota à imprensa.
O Programa do Leite Potiguar custa R$ 47 milhões ao ano.
Programa do leite,
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